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Tristeza transformada em alegria

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TEMPO DE REFLETIR 233 – 21 de agosto de 2014

“Vós estareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria” (João 16:20).

Muitos são os que definem a igreja como uma instituição criada para desmanchar os prazeres que a vida oferece. Há cristãos que vivem a sua experiência religiosa como se fossem mártires; seguem a Jesus como se estivessem acompanhando um funeral. Sim, muitos há que não fruem as alegrias que o evangelho proporciona, porque têm um conceito equivocado do que seja a religião cristã.

Mas o cristão genuíno tem razões abundantes para desfrutar um gozo contínuo, isto é, um estado de espírito em que predomina o contentamento e a alegria. Infelizmente, porém, o mais habitual de uma grande maioria de crentes, é um estado permanente de irritação, tristeza e apreensão. E esta é, sem dúvida, uma das razões por que muitos não exercem uma influência positiva sobre os que vivem sem Cristo. O mundo precisa ver em nós algo que ele não possui. O crente que irradia contentamento, mesmo sendo agitado pelas provações, constitui um poderoso imã. O magnetismo de sua personalidade atrairá muitos ao Salvador.

Quando Jesus estava para deixar os Seus discípulos, disse-lhes: “Um pouco, e não Me vereis.” João 16:16. Com a crucifixão, eles ficaram privados dAquele que tanto amavam. Sua morte haveria de significar para eles uma terrível tragédia. Por isso Jesus afirmou: “Vós chorareis e vos lamentareis… mas a vossa tristeza se converterá em alegria.” Preciosa promessa! Jesus não prometeu erradicar a tristeza. Ele disse: “No mundo tereis aflições.” (verso 33). Mas estas aflições haveriam de se transformar em fonte de alegria.

O cumprimento histórico dessas palavras ocorreu quando da ressurreição. Durante quase três dias a vergonha da cruz quebrantou o coração dos discípulos. Mas quando descobriram que Jesus ressurgiu, a angústia e pesar foram substituídos por um gozo irradiante.

“No mundo tereis aflições.” Esta é, com efeito, a experiência de muitos crentes. Quantas vezes perdemos um ente querido e sentimos abrir-se diante de nós um imenso vazio! De outras vezes, somos atribulados pela enfermidade e afligidos por sofrimentos físicos, e nos sentimos tristes.

Jesus usou a ilustração de uma mulher grávida que está para dar à luz e que, passada a sua aflição, dela se esquece e com alegria exulta pelo filho que nasceu.

Um pouco mais e veremos o Senhor. E as nossas lágrimas se transformarão em expressões de gozo.

 

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-> Autoria: desconhecido
-> Música: Cleyton Frack, “Nova Jerusalém”
-> Narração: Amilton Menezes

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