Obesidade infantil – problema de saúde pública que cresce no mundo

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Estudo mostra que  59% das brasileiras não incentiva o filho à prática de alguma atividade física

De acordo com dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), 41 milhões de crianças menores de 5 anos estão acima do peso ou em quadro de obesidade no mundo. Em 2017, o órgão lançou novas diretrizes para enfrentar o problema que é considerado epidemia global.

Quais são as causas da obesidade infantil?

Nessas diretrizes há aconselhamento e dietas, avaliação de hábitos alimentares e as informações sobre peso ideal de acordo com a altura. Segundo a OMS, a obesidade infantil é resultado de mudanças comportamentais referentes a dietas não saudáveis e sedentarismo. Além disso, o crescimento das redes fast food  e maior tempo que as crianças passam em frente a televisão e videogame também contribuem para o problema.

Estudo recente sobre a obesidade infantil no Brasil

Entre os dias 12 e 15 junho, o portal Trocando Fraldas, realizou uma pesquisa sobre obesidade infantil, que contou com a participação de 10.000 mulheres, sendo 3.800 deste número, mães.

Os dados revelaram que 78% das brasileiras presta atenção na dieta do filho(a) e 90% considera o peso dos filhos dentro do normal. Dos 10% acima do peso, 1 em cada 5 crianças já passou por algum problema de saúde devido à obesidade.

Nos estados Maranhão, Bahia e Pará, as mulheres se mostraram mais preocupadas com a saúde da criança. No Amazonas, 1 em cada 9 mulheres não incentiva o filho a comer frutas.

Comportamento Alimentar e Estilo de Vida

A pesquisa mostrou que 4 em cada 9 mulheres começaram a introdução alimentar, além do leite materno, antes dos seis meses de vida porque não conseguiram seguir a orientação da OMS.

Foi mostrado que 59% das brasileiras não incentiva o filho(a) à prática de alguma atividade física, este percentual entre as mulheres jovens de 18 a 24 anos, sobre para 69%.

Cinco em cada 9 crianças têm o hábito de comer em frente a aparelhos eletrônicos, sendo este um hábito mais comum no Sudeste, com 59%, e menos no Norte, com apenas 49%.

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