Diretoria da Fecomércio-MT participa de abertura de Frente Parlamentar para Defesa do Vale do Rio Cuiabá

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Como representante do comércio, Wenceslau apontou  a necessidade de mudanças para o crescimento da economia tanto para os grandes, quanto para os pequenos negócios. O primeiro ponto foi o valor da taxa de energia elétrica cobrada em Mato Grosso.
“Nós exportamos energia para outros Estados e não cobramos ICMS desta venda, mas as nossas indústrias pagam 42% de ICMS sobre a energia. Então, a região fica inviável para novos investidores. Uma medida para solucionar esse impasse, é elaboramos uma zona franca no Distrito Industrial em Cuiabá, onde as indústrias tenham isenção no pagamento do ICMS sobre a energia elétrica. Desta forma vamos atrair novas indústrias e novos investidores para o Estado, além de produzir empregos, riquezas, renda, e impostos para Mato Grosso sobre o produto aqui industrializado”, afirma.
O presidente acrescenta a necessidade de um plano para desenvolver o turismo na baixada cuiabana. “As cidades que compõem o Vale do Rio Cuiabá são irrigadas com um volume de água muito grande, então temos cachoeiras, lagos e rios, uma beleza natural incrível. Recentemente inauguramos o restaurante Buritizal no Parque Sesc Serra Azul, em Rosário Oeste. O turismo é um dos segmentos que os índices apontam crescimento de empregabilidade”.
“Precisamos também capacitar a mão de obra nessa região, emprego tem, mas muitas vezes a pessoa não está apta para desenvolver a função. Colocamos à disposição o Senac para a realização dos cursos”, disse o presidente.
O presidente do Sindicato de Armazéns Gerais do Estado de Mato Grosso e do Porto Seco de Cuiabá, Francisco Antônio de Almeida, afirmou que o empenho dos deputados da Baixada Cuiabana é fundamental engrenar a região como caminho do desenvolvimento e o crescimento da região. Segundo ele, as duas maiores cidades: Cuiabá e Várzea Grande estão com índices altos de desemprego.
“Daqui, Cuiabá, partem todas as decisões que podem trazer ou não o desenvolvimento para o Estado. Isso é preocupante porque muitos bairros estão abandonados e com alto índice de desemprego e de criminalidade. A iniciativa da Frente é muito oportuna. A classe industrial vai apoiar, mas o trabalho tem que ser profundo para que Cuiabá cresça de forma sustentável”, disse Almeida.
Francisco também acrescentou que “é necessário ampliar os incentivos fiscais para atrair empresas e indústrias para o Estado, desta forma geramos emprego e renda”, disse.
O Consórcio é composto por 13 municípios do Vale do Rio Cuiabá (Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Santo Antônio do Leverger, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé e Rosário Oeste).

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